Resumos Aprovados

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GT1 – GÊNERO, SABERES HISTÓRICOS E EDUCATIVOS

  1. A SOLIDÃO DA MULHER NEGRA NA REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE: UM OLHAR SOBRE AS EMOÇÕES E A DESIGUALDADE DE GÊNERO, DE RAÇA E DE GERAÇÃO.
  2. “MODELO PERFEITO DE MULHER CRISTÔ: ALICE ALMEIDA E SUAS CONTRIBUIÇÕES ÀS INSTITUIÇÕES ASSISTENCIAIS.
  3. GÊNERO E ECONOMIA SOLIDÁRIA: A EXPERIÊNCIA DO GRUPO “AS MARGARIDAS”.
  4. “FARME DE AMOEDO” – A CONSTRUÇÃO DE UM TERRITÓRIO HOMOERÓTICO
  5. PRÁTICAS DO MAGISTÉRIO FEMININO NA CIDADE DO ASSÚ/RN (1907-1911)
  6. A ESCOLA DOMESTICA DE NATAL/RN: CONTRIBUINDO OU RETROCEDENDO SOBRE A IGUALDADE DE GÊNERO?
  7. PROFESSORES-DIRETORES NO GRUPO ESCOLAR TENENTE CORONEL JOSÉ CORREIA – ASSÚ/RN (1911-1930).
  8. CUIDAR E VIGIAR: AS REPRESENTAÇÕES DO FEMININO NO DISCURSO MÉDICO NA PARAHYBA DO NORTE.
  9. ZENITH CARTAXO: ESCRITOS E REPRESENTAÇÕES
  10. A HISTÓRIA DA FEMINIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO ENTRE AS ESFERAS PÚBLICA E PRIVADA AO LONGO DO SÉCULO XIX
  11. PRÁTICAS DE ENSINO DE PROFESSORAS NO MUNICÍPIO DE CRUZETA/RN (1942-1959)
  12. A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES PROFESSORAS NO JORNAL PEDAGÓGICO O EDUCADOR
  13. COMPREENDER OS PRINCÍPIOS E PRÁTICAS NORTEADORAS DO ENSINO NO GRUPO ESCOLAR PEDRO II NA CIDADE DE LAJES/RN
  14. LETRAMENTO E EMPODERAMENTO FEMININO: PRÁTICAS SOCIAIS NA ASSOCIAÇÃO DE MULHERES RURAIS DE SAQUINHO, MUNICÍPIO DE INHAMBUPE(BA)
  15. REFLEXÕES SOBRE AS MULHERES NEGRAS DA COMUNIDADE SENHOR DO BONFIM – AREIA/PB.
  16. SIGNIFICADOS DA ESCRITA NARRATIVA NA FORMAÇÃO DE ESTUDANTES DE PEDAGOGIA
  17. SOCIABILIDADES, PRÁTICAS DE LAZER E RELAÇÕES DE GÊNERO NA RAMADINHA EM CAMPINA GRANDE- PB.
  18. PELAS ENTRELINHAS DOS DOCUMENTOS EDUCACIONAIS: RELAÇÕES POLÍTICAS, DE GÊNERO E PRÁTICAS CULTURAIS NO RIO GRANDE DO NORTE (1924-1925)
  19. POR ENTRE ESCRITAS, PRÁTICAS E SABERES: A REVISTA PEDAGOGIUM NA CONSTRUÇÃO E DISSEMINAÇÃO DO IDEÁRIO EDUCACIONAL NORTE-RIO-GRANDENSE (1924)
  20. DINÂMICAS, IDENTIDADES E VIVÊNCIAS DOS/AS PESCADORES/AS: UM OLHAR HORIZONTAL E CONSUBSTANCIADO NAS EPISTEMOLOGIAS DO SUL
  21. FORMANDO MULHERES-PROFESSORAS NOS ANOS 1960-1980: HERANÇA BENEDITINA?
  22. PENSAR A UNIVERSIDADE: UMA DISCUSSÃO DE GÊNERO, SABER E PODER
  23. A HISTÓRIA E AS MULHERES – UM ESTUDO INTRODUTÓRIO
  24. UMA TRAJETÓRIA SIMBÓLICA DO SAGRADO FEMININO.
  25. INSTRUÇÃO PRIMÁRIA NA VILA DE SÃO MIGUEL DE JUCURUTU/RN (1927-1932)
  26. PRÁTICAS EDUCATIVAS EM ESPAÇOS NÃO ESCOLARES
  27. O PROTAGONISMO DE MARIA ELISA DE ALBUQUERQUE MAIA NA INTERIORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR (RIO GRANDE DO NORTE, 1960)
  28. IRACI CASSIANO SOARES: AS CONTRIBUIÇÕES DA POTIGUARA NO CENÁRIO EDUCACIONAL E POLÍTICO NA PARAÍBA
  29. LYLIA GUEDES: ESCRITOS DE MULHERES NA PÁGINA FEMININA DO JORNAL A UNIÃO
  30. CARREIRA DE UMA DOCENTE NO DEPARTAMENTO DE FÍSICA
  31. COLÉGIO NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO EM ITABAIANA NA PARAÍBA
  32. NÍSIA FLORESTA: A PIONEIRA FEMINISTA BRASILEIRA
  33. DE CASA PARA A HORTICULTURA: SUBJETIVIDADES DE GÊNERO NO COLÉGIO ASSIS CHATEAUBRIAND NOS ANOS DE 1974-1980
  34. ABRINDO CAMINHOS: LUGARES E NÃO LUGARES DAS PROFESSORAS DO COLÉGIO DIOCESANO PIO XI NA DÉCADA DE 1950 EM CAMPINA GRANDE-PB
  35. HISTÓRIA E MEMÓRIA DE VALDILENE LOBO: DESVELANDO PRÁTICAS EDUCATIVAS
  36. SENSIBILIDADES DE GÊNERO: PRESENÇAS (IN)DIZÍVEIS NAS NARRATIVAS SOBRE A MORTE E OS MORTOS
  37. INTELECTUAIS E MEDIADORES CULTURAIS: CONTRIBUIÇÕES PARA AS LUTAS FEMINISTAS EM SÃO LUÍS-MA
  38. MARIA EULÁLIA CANTALICE: HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE UMA EDUCADORA QUE LECIONOU NA CIDADE GUARABIRA/PB
  39. MARIA EULÁLIA CANTALICE CAVALCANTI: MEMÓRIAS DA BIBLIOTECA DE UMA EX-NORMALISTA DA ESCOLA NORMAL DE JOÃO PESSOA/PB
  40. HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DA EDUCADORA E RELIGIOSA MARIA FERNANDA MARABELLO E O SEU FAZER EDUCACIONAL EM CAJAZEIRAS (1977-1991)
  41. A EDUCAÇÃO DA MULHER E AS REPRESENTAÇÕES DO CURSO DE ECONOMIA DOMÉSTICA EM BANANEIRAS/PB (1950)
  42. GÊNERO E O MUCURIPE: A LIDERANÇA FEMININA NO DELINEAR DE ESPAÇOS DE APROPRIAÇÃO DE SABERES, EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS SOCIAS E CULTURAIS
  43. A FORMAÇÃO DA MULHER PROFESSORA: RECORDAÇÕES DO MAGISTÉRIO NO COLÉGIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS EM ASSÚ/RN
  44. AÇÕES POLÍTICO-EDUCACIONAIS ATRAVÉS DA INSPETORIA ESCOLAR NO RIO GRANDE DO NORTE: CONSTRUÇÃO DE SABERES, EXPERIÊNCIAS E PRÁTICAS CULTURAIS (1924)
  45. A FORMAÇÃO DE PROFESSORES URBANOS E PROFESSORES RURAIS: DIÁLOGOS COM RESULTADOS DE PESQUISAS
  46. A PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFPB
  47. A HISTÓRIA DAS MULHERES – UM ESTUDO INTRODUTÓRIO
  48. MOVIMENTO DE EDUCAÇÃO DE BASE: EDUCANDO PARA A IGUALDADE SOCIAL
  49. NARRATIVAS ORAIS DE NILZA FERNANADES: TESSITURAS DE MEMÓRIAS DE UMA EDUCADORA EM MAMANGUAPE (1954-1985)
  50. A CONSTRUÇÃO DE SABERES E PRÁTICAS CULTURAIS NO GRUPO ESCOLAR LUIZ GONZAGA – PENDÊNCIAS/RIO GRANDE DO NORTE (1934-1952)
  51. SIGNOS DA MULHER CIVILIZADA: A FOTOGRAFIA ESCOLAR COMO OBJETO DA ARQUIVOLOGIA
  52. INTERSECCIONALIDADES E MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA
  53. INTERSEÇÕES E REVELAÇÕES DE UMA VIDA: ELEMENTOS PARA A COMPREENSÃO HISTÓRICA
  54. MULHERES NO MAGISTÉRIO CEARENSE: UMA REFLEXÃO NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
  55. EDUCAÇÃO FEMININA, SABERES E VIVÊNCIAS CULTURAIS: UM ESTUDO SOBRE O COLÉGIO NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS – ASSU/RN (1922 – 1927)
  56. MATERNIDADES: O CARÁTER CONJUNTURAL E CONTINGENTE DO AMOR MATERNO
  57. REPRESENTAÇÃO DOCENTE E PRÁTICAS EDUCATIVAS: UM OLHAR SOBRE O SERTÃO DO CEARÁ
  58. HISTORICIDADE ACERCA DO MAGISTÉRIO E FORMAÇÃO DA MULHERES COMO PROFESSORAS NO BRASIL EM MEADOS DO SÉCULO XIX
  59. MEMÓRIA, LEMBRANÇAS E PRÁTICAS CULTURAIS DAS RENDEIRAS DO CARIRÍ PARAIBANO
  60. A FAMÍLIA, A ESCOLA E A CRIANÇA: REFLEXÕES PROFESSORA EZILDA MILANEZ NA REVISTA DO ENSINO (PARAÍBA – 1932/1942)

 

GT2 – GÊNERO, LINGUAGENS E REPRESENTAÇÕES

  1. A INFLUÊNCIA DAS MÚSICAS DE ELZA SOARES NO MOVIMENTO FEMINISTA
  2.  (RE) PENSANDO AS IDENTIDADES DE GÊNERO NO ROMANCE VIVA O POVO BRASILEIRO: O CASO DE MARIA DA FÉ
  3. “MARIA”: REPRESENTAÇÃO FEMININA NA IMPRENSA CATÓLICA (RECIFE, 1913-1930)
  4. GÊNERO, CORPO E SEXUALIDADE: APRENDIZAGENS DO FEMININO EM “A HORA DA ESTRELA” DE CLARICE LISPECTOR
  5. LITERATURA DE AUTORIA FEMININA E SUBVERSÃO: O DISCURSO ERÓTICO E O ENFRENTAMENTO POLÍTICO IDEOLÓGICO COMO INSTRUMENTO DE RUPTURA E SORORIDADE
  6. A REPRESENTAÇÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS DO GÊNERO NA ARTE DO BARRO DO ALTO DO MOURA.
  7. AS MULHERES ESCORRAÇADAS: UM OLHAR SOBRE AS MULHERES NA GUERRA DO PARAGUAI A PARTIR DO DIÁRIO DO TENENTE JOSÉ CAMPELO DE ALBUQUERQUE GALVÃO
  8. AS REPRESENTAÇÕES DO GÊNERO FEMININO NOS ALMANAQUES BRASIL-PORTUGAL (1900-1903)
  9. NARRATIVAS DE DISSIDÊNCIA SEXUAL NA HISTÓRIA LITERÁRIA BRASILEIRA
  10. PURIFICAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL: O COMPORTAMENTO NORMATIZADO PELAS REGRAS RELIGIOSAS
  11. A CRÍTICA LITERÁRIA E O DESPONTAR DE UMA ESCRITORA: EM CENA RACHEL DE QUEIROZ
  12. A MULHER NEGRA BRASILEIRA: UMA (DES)CONSTRUÇÃO SOCIAL E LITERÁRIA
  13. A DOMINAÇÃO MASCULINA NO GÊNERO MUSICAL “BATIDÃO” E AS RFORMATIVIDADES DE GÊNERO
  14. A EDUCAÇÃO DOMÉSTICA: “O LAR E A ECONOMIA NO BOLETIM DE EDUCAÇÃO DA PARAÍBA DE 1937”.
  15. DENÚNCIAS DE VIOLÊNCIA CONTRA HOMOSSEXUAIS NO JORNAL LAMPIÃO DA ESQUINA (1978-1980)
  16. A PONTE DO DESEJO HOMOERÓTICO ENTRE “QUERELLE” DE JEAN GENET E “ORGIA” DE TULIO CARELLA
  17. O JORNAL A AÇÃO: UM DISPOSITIVO DA IGREJA CATÓLICA SOBRE AS CONDUTAS FEMININAS E A PROSTITUIÇÃO NA CIDADE DO CRATO–CE ENTRE AS DÉCADAS DE 1950 E 1970.
  18. O TRABALHO DOMÉSTICO E A REPRESENTAÇÃO DA MULHER EM ‘QUE HORAS ELA VOLTA?’
  19. “TODA ESSA PRODUÇÃO NÃO SE LIMITA A VOCÊ”: A MÚSICA E SUA POTENCIALIDADE PARA PENSAR O MOVIMENTO FEMINISTA NO PRESENTE
  20. “A MULHER DOENTE NÃO É AMADA”: SAÚDE E BELEZA NO ALMANACH D’A SAUDE DA MULHER NA DÉCADA DE 1930
  21. A REPRESENTAÇÃO DA MULHER NA REVISTA FLOR DE LIZ (1927 – 1930)
  22. AGÊNCIAS, DISCURSOS E EXPERIÊNCIAS DE GÊNERO NAS/PELAS PRODUÇÕES CULTURAIS FEITO POR MULHERES QUADRINISTAS: ALGUMAS REFLEXÕES ANTROPOLÓGICAS
  23. SIMONE BEAUVOIR: A NARRATIVA DA PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA NOS ANOS 2000
  24. REPRESENTAÇÕES SOBRE MULHERES NO BOLETIM COMPARTILHANDO IDEIAS, DA ARTICULAÇÃO SEMIÁRIDO BRASILEIRO
  25. TRAIÇÃO NAS ARTES: O PATRIARCADO E O FEMINISMO PRESENTE NO CONTEXTO DA OBRA DE ARTE LA CASA DE AMANDA RAMIREZ, DE BOTERO, E NA MÚSICA LOKA, DE SIMONE E SIMARIA
  26. GÊNERO, REPRODUÇÃO E PODER NO LIVRO O CONTO DE AIA
  27. SER O QUE SE É AINDA É UMA DOENÇA: EXPRESSÕES DE LGBTFOBIA NA SAÚDE
  28. FRATURAS HOMOERÓTICAS: ANGÚSTIAS QUE SOLAPAM A CARNE, PULSÕES QUE ENFURECEM O DESEJO
  29. TESSITURAS E REPRESENTAÇÕES: DOS FEMININOS/MASCULINOS NA PRODUÇÃO LITERÁRIA DE MARIA VALÉRIA REZENDE
  30. DENÚNCIAS DE VIOLÊNCIA CONTRA HOMOSSEXUAIS NO LAMPIÃO DA ESQUINA (1978-1980).
  31. NO LIMITE DA FICÇÃO: A REINVENÇÃO DAS MEMORIAS DE ANGOLA A PARTIR DA PERSONAGEM LÍDIA DO CARMO FERREIRA.
  32. A REPRESENTAÇÃO DE GÊNERO EM REVISTAS FEMININAS: UM ESTUDO DE CASO SOBRE MARIE CLAIRE E A ESCOLHA DE LEA T COMO COVER GIRL
  33. PERFORMANCES DE GÊNERO DE MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS E O CUIDADO À SAÚDE
  34. “REGRAS DE VIDA PARA UMA FILHA DE MARIA”: UM INSTRUMENTO RELIGIOSO DE DOMINAÇÃO DE GÊNERO
  35. PERFORMATIZAÇÃO DE MULHER(ES) EM CORDEIS
  36. TRANSEXUALIDADE E CINEMA: NORMATIZAÇÕES DO CORPO NO FILME A GIRL LIKE ME
  37. FAVELÁFRICA: A POESIA MARGINAL/PERIFÉRICA DE MARIANA FELIX COMO CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE E ANCESTRALIDADE
  38. DA LITERATURA A PRÁTICA CORPORIFICADA: CONTRIBUIÇÕES PARA OS ESTUDOS FEMINISTAS NA CONTEMPORANEIDADE
  39. HOMOSSEXUALIDADES, HEGEMONIAS E ABJEÇÕES EM CONTOS ERÓTICOS/PORNÔS GAYS NA INTERNET
  40. ACESSANDO O AMOR NA VELHICE PELAS OBRAS DE PHILIP ROTH E LIVIA GARCIA-ROZA
  41. A REPRESENTAÇÃO DE PERSONAGENS FEMIININAS NA LITERATURA DE AUTORIA FEMININA PARAIBANA
  42. A NATURALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER ATRAVEZ DOS DISCURSOS DE ÓDIO NAS REDES SOCIAIS
  43. FEMINISMO DIGITAL EM BLOGUEIRAS FEMINISTAS: PROCESSOS DE IDENTIFICAÇÃO E CONTRAIDENTIFICAÇÃO
  44. REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO EM JACKSON DO PANDEIRO
  45. PURIFICAÇÃO E ELEVAÇÃO ESPIRITUAL: O COMPORTAMENTO NORMATIZADO PELAS REGRAS RELIGIOSAS
  46. O DESAJUSTE IDENTITÁRIO DA PERSONAGEM CONCEIÇÃO EM “O QUINZE”
  47. COMO A REPRESENTATIVIDADE ALTERA O DISCURSO
  48. O BOM CRIOULO: UMA DISCUSSÃO SOBRE HOMOSSEXUALIDADE E RELAÇÕES DE PODER

 

GT3 – GÊNERO, HOMENS E MASCULINIDADE

  1. O SUPER-HERÓI NO MANGÁ: A CONSTRUÇÃO DAS REPRESENTAÇÕES MASCULINAS NO ONE-PUNCH MAN.
  2. AS MASCULINIDADES NOS ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS: REFLEXÃO SOBRE A VIRILIDADE NAS CAMPANHAS DA OLD SPICE E DA NATURA HOMEM.
  3. O PODER PEDAGÓGICO DAS TELENOVELAS NA CONSTRUÇÃO DE MASCULINIDADES NEGRAS.
  4. A MASCULIDADE NO ESPECTRO EXPLICATIVO DA GUERRA NAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS.
  5. “É DO QUE EU GOSTO, É CAFUÇÚ”: MÚSICA E IDENTIDADE MASCULINA NO BREGAFUNK.
  6. A UNIÃO DOS MOÇOS CATÓLICOS NA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO FAMILIAR (1931-1933).
  7. (DES)VESTIDO DE ANTROPÓLOGO: NOTAS SOBRE ETNOGRAFIAS IMPRÓPRIAS E PROVOCAÇÕES A UMA ANTROPOLOGIA ASSEXUADA.
  8. O BELO E O MACHO: UMA ANÁLISE ANTROPOLÓGICA SOBRE MASCULINIDADE NAS ARQUIBANCADAS DE UM ESTÁDIO DE FUTEBOL.
  9. BARBA, CABELO E BIGODE: AS NOVAS BARBEARIAS E A (RE)PRODUÇÃO DA(S) MASCULINIDADE(S).
  10. “VADIO, SEM OFÍCIO E DESERTOR”– CONFRONTANDO A MASCULINIDADE NOS DISCURSOS DAS AUTORIDADES PARAIBANAS SOBRE OS MILITARES NEGROS RECRUTADOS NO SÉCULO XIX
  11. HOMENS NA DOCÊNCIA: ATRAVESSAMENTOS E DESAFIOS PARA A EDUCAÇÃO.
  12. O CENTRO ESTUDANTIL CAMPINENSE COMO ESPAÇO DE LEGITIMAÇÃO DE LIDERANÇAS MASCULINAS (CAMPINA GRANDE- PB-1950)

 

GT4 – GÊNERO E MOVIMENTOS SOCIAIS

  1. FLOR FONTENELE: MEMÓRIAS DE UMA REMANESCENTE PUNK E EDUCADORA SOCIAL.
  2. FEMINISMO CAMPONÊS E POPULAR: NOVOS ENGENDRAMENTOS FEMINISTAS NA AMÉRICA LATINA.
  3. MULHERES DAS LUTAS, MULHERES DAS RUAS: O MOVIMENTO ESTUDANTIL AFEMINOU!
  4. MULHERES E O ATIVISMO DIGITAL NA ÁFRICA FRANCÓFONA: QUATRO RETRATOS SOCIOLÓGICOS.
  5. A PARTICIPAÇÃO DE MULHERES NOS ESPAÇOS DE CONTROLE SOCIAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL: UM ESTUDO DE CASO DO CEAS-CE
  6. PROTAGONISMO DA MULHER DO CAMPO NO MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA – MST
  7. OCUPAR É RESISTIR: AS VOZES FEMININAS DA OCUPAÇÃO ESTUDANTIL DA UPE, CAMPUS MATA SUL
  8. ELIZABETH TEIXEIRA: O PROTAGONISMO DE UMA MULHER NO MOVIMENTO CAMPONÊS.
  9. MULHERES MILITANTES: TRAJETÓRIA DA EDUCADORA MARIA SALETE VAN DER POEL E SUA CONTRIBUIÇÃO AO MOVIMENTO CEPLAR DE CAMPINA GRANDE-PB.
  10. A “PROPOSTA” DA “BICHA NATALENSE” PARA UMA MÍDIA ALTERNATIVA DA CENA DRAG QUEEN DE NATAL-RN.
  11. EM BUSCA DA LIBERDADE: AS PRÁTICAS CULTURAIS DA COMUNIDADE QUILOMBOLA SÃO ROQUE
  12. PENSANDO O MOVIMENTO FEMINISTA PELA RELAÇÃO ENTRE GÊNERO, CLASSE E RAÇA.
  13. HEFORSHE: DISCUSSÃO SOBRE AÇÕES DO PROGRAMA DA ONU MULHERES PELA PRESENÇA MASCULINA NA LUTA PELA IGUALDADE DE GÊNERO
  14. LGBT’S E SAÚDE PÚBLICA: UMA ANALISE DOS PROCESSOS DE VIOLÊNCIA SOFRIDAS

 

GT5 – GÊNERO, CORPO E SEXUALIDADES

  1. NAS LINHAS DAS “IGNORÂNCIAS CIENTÍFICAS”: PROBLEMATIZANDO OS LIMITES ENTRE “LIBERDADE” E REPRODUÇÃO DA HETERONORMATIVIDADE CIENTÍFICA.
  2. MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA NA AGENDA INTERNACIONAL: ATUAÇÃO DA ONU NO CONTEXTO AFRICANO.
  3. INFLUÊNCIA MIDIÁTICA NA CONSTRUÇÃO DO CORPO FEMININO GORDO.
  4. CORPOS QUE DESAFIAM NORMAS: UM ESTUDO SOBRE TRANSEXUALIDADE.
  5. CONFIGURAÇÕES FAMILIARES NO CONTEXTO ATUAL: UM OLHAR DE GÊNERO.
  6. SEXUALIDADE EM CRIANÇAS DE 3 A 6 ANOS DE IDADE.
  7. A IDENTIDADE HOMOERÓTICA EM O PEQUENO MONSTRO, DE CAIO FERNANDO ABREU, E MEUS AMIGOS COLORIDOS, DE MARCELINO FREIRE: UMA INTERFACE.
  8. NOTAS SOBRE ESPAÇOS GENDERIZADOS E ATRAVESSAMENTOS INTERSECCIONAIS EM INCLINAÇÃO AOS ESTUDOS DE GÊNERO.
  9. DANÇA E GÊNERO NAS QUADRILHAS JUNINAS: UM ESTUDO SOBRE AS TRAVESTILIDADES (REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE-PE).
  10. FEMINILIDADES: O SER PUTA.
  11. O CORPO FEMININO COMO UM CAMPO DE BATALHA.
  12. FORRÓ E GÊNERO: O PONTO DE VISTA DAS ALUNAS DA EJA.
  13. MULHERES DE HOMENS TRANS: ALGUMAS PERCEPÇÕES DE SI E DO OUTRO.
  14. INCIDÊNCIA DE TRANSTORNOS MENTAIS COMUNS EM MULHERES QUILOMBOLAS DO RN.
  15. POR TRÁS DE UMA ESCRITA FEMININA: UMA DISCUSSÃO ACERCA DA SEXUALIDADE INFANTIL.
  16. “CORPOS ESTRANHOS”: ESCUTAS SOBRE SEXUALIDADES NO CENÁRIO ESCOLAR.
  17. O ESPAÇO ESCOLAR E SUA CONTRIBUIÇÃO NA HIERARQUIA DE GÊNERO.
  18. A INSTAURAÇÃO CÊNICA “CORPO LIVRE”.
  19. MULHERES E ENVELHECIMENTO ATIVO
  20. COM QUANTOS CORPOS NEGROS SE CONSTRÓI UMA NAÇÃO? CORPO, RAÇA, MISCIGENAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA AFETIVIDADE DE NEGRAS JOVENS MILITANTES EM NATAL/RN.

 

GT6 – GÊNERO, CULTURA E EDUCAÇÃO

  1. ARTEFATO CULTURAL: DISCUSSÃO SOBRE A VIVÊNCIA SURDA A PARTIR DE UM ARTISTA SURDO
  2. O TRABALHO COM GÊNEROS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: POSSIBILIDADES E DESAFIOS
  3. DEBATENDO GÊNERO NO AMBIENTE ESCOLAR: REFLEXÕES SOBRE A (IN)CONSTITUCIONALIDADE DAS LEIS QUE PROÍBEM A DISCUSSÃO DE GÊNERO NAS ESCOLAS
  4. FATORES DE SOCIALIZAÇÃO PRÉ-UNIVERSITÁRIOS E ENTRADA NA CARREIRA DE PESQUISA: TRAJETÓRIAS FEMININAS NA UFABC
  5. DISCUTINDO GÊNERO E SEXUALIDADE NA ESCOLA: UMA ANÁLISE DOS DILEMAS DO COTIDIANO DE UMA ESCOLA DA REDE PÚBLICA DE JOÃO PESSOA – PB.
  6. ESCOLA COM GÊNERO, ESCOLA COM SEXUALIDADES
  7. EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E GÊNERO: O PROTAGONISMO FEMININO DE ANAYDE BEIRIZ NA PARAHYBA DO NORTE
  8. AS FILHAS DA ELITE: GÊNERO E EDUCAÇÃO RELIGIOSA NO COLÉGIO LOURDINAS (1939-1999)
  9. MÃOS NEGRAS: SABERES E SABORES AFRO-BRASILEIROS
  10. (TRANS)FORMORMANDO LEITORES: A CONTRIBUIÇÃO DOS CONTOS DE FADAS DE MARINA COLASANTI PARA A DISCUSSÃO DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR
  11. RELAÇÕES DE GÊNERO NO ENSINO MÉDIO: DESAFIOS ATUAIS DA ESCOLA
  12. DANÇA DE MENINO OU DANÇA DE MENINA?
  13. “O QUE IMPORTA É O QUE JEOVÁ PENSA”: INTOLERÂNCIA EM VÍDEO PRODUZIDO PELAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ
  14. GÊNERO E A RELAÇÃO DE ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO COM O CONHECIMENTO E A CIÊNCIA
  15. “DIVERSIDADE – CONHECER PARA RESPEITAR”: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DAS AÇÕES DO PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA APLICADO NA E.E.E.F.M PROFESSOR JOÃO JOSÉ DA COSTA
  16. QUADRINISTAS MULHERES, QUEERS E TRANSEXUAIS: A REPRESENTATIVIDADE NA NONA ARTE
  17. GÊNERO, TRABALHO E DESIGUALDADES SOCIAIS EM SALA DE AULA: PERCEPÇÕES DE ESTUDANTES DE UMA ESCOLA PÚBLICA DO ENSINO MÉDIO
  18. DRAG QUEENS E A REPRESENTATIVIDADE MIDIÁTICA: ESPAÇOS DE FORMAÇÃO E LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA
  19. ENGENHEIRAS CIVIS NA DOCÊNCIA SUPERIOR: UMA ANÁLISE DOS CURRÍCULOS LATTES
  20. A PERCEPÇÃO DO RACISMO NO CONTEXTO ESCOLAR: PROBLEMATIZANDO SUAS PRÁTICAS
  21. ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO DE GÊNERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: ESCOLA SONHO INFANTIL EM CRATO – CE
  22. ANALISANDO AS LINGUAGENS E DISCURSOS SEXISTAS NO AMBIENTE ESCOLAR
  23. OFICINAS PSICOSSOCIAIS SOBRE GÊNERO E SEXUALIDADE NA ESCOLA
  24. ESCOLAS PERNAMBUCANAS: REFLEXÕES SOBRE AS DIVERSIDADES SEXUAIS E DE GÊNEROS
  25. DESENQUADRADAS: HISTÓRIAS EM QUADRINHOS E ESTUDOS DE GÊNERO NO AMBIENTE ESCOLAR
  26. INSTITUIÇÕES ESCOLARES E SUA INFLUÊNCIA CATÓLICA NA INSTRUÇÃO FEMININA
  27. IDENTIDADES SOCIAIS DE GÊNERO: REFLEXÕES EM SALA DE AULA
  28. TRAJETÓRIAS E PERSPECTIVAS DE ALUNAS DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA
  29. OS DELINEAMENTOS DA ATUAÇÃO DA UNESCO NA PROMOÇÃO DA EDUCAÇÃO DE GÊNERO NO BRASIL
  30. UMA ANÁLISE DAS CARREIRAS DOCENTES DE MULHERES MATEMÁTICAS DE UMA IFES
  31. AS INFLUÊNCIAS DA LEGISLAÇÃO NAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO SEMIÁRIDO
  32. GÊNERO, CULTURA E EDUCAÇÃO: QUESTÕES PARA O CURRÍCULO DOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES.
  33. EDUCAÇÃO SEXUAL NO ENSINO MÉDIO: O QUE TEMOS E O QUE QUEREMOS
  34. GÊNERO NA FORMAÇÃO INICIAL EM PEDAGOGIA: PRESENÇAS, AUSÊNCIAS, DIÁLOGOS POSSÍVEIS
  35. UMA PERSPECTIVA PÓS-IDENTITÁRIA DE EDUCAÇÃO – DIÁLOGOS ENTRE TEORIA QUEER E PEDAGOGIA NO BRASIL
  36. DANÇANDO COM O GÊNERO NO “TEATRO DO BOI”: REFLEXÕES DA PERFORMATIVIDADE DO CORPO COM O GRUPO STRAIMY
  37. GRUPO ESCOLAR AUTA DE SOUZA NOS ESCRITOS DE OCTACÍLIO ALECRIM
  38. PROTAGONISMO CRIATIVO COMO FATOR DE EMPODERAMENTO FEMININO: UMA EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE ENVELHECIMENTO
  39. REVISITANDO A CONDIÇÃO SOCIAL FEMININA: FALANDO SOBRE MULHERES PROFESSORAS
  40. GÊNERO E NEGRITUDE NO ENSINO DE QUÍMICA: SUBJETIVIDADES E UM COLETIVO DE EDUCAÇÃO POPULAR
  41. CARTOGRAFANDO IDENTIDADES DE GÊNERO NAS PAREDES DA ESCOLA: O QUE CONTAM AS PICHAÇÕES

 

GT7 – GÊNERO, SAÚDE E DIVERSIDADE

  1. MULHERES QUILOMBOLAS E ÁLCOOL: PADRÕES DE USO E VULNERABILIDADE SOCIAL.
  2. CONDIÇÕES DE VIDA E PADRÃO DE USO DE ÁLCOOL EM HOMENS.
  3. MULHERES COM HIV/AIDS: O SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA ESPECIALIZADA MATERNO INFANTIL – SAE/MI
  4. ESPELHO, ESPELHO MEU, EXISTE ALGUÉM MAIS ‘DESTRUÍDA’ DO QUE EU?
  5. A COR DA MORTALIDADE MATERNA NO BRASIL.
  6. INTERFACES DO DISCURSO DOCENTE SOBRE GÊNERO NA GRANDE JOÃO PESSOA/PB EM TEMPOS DE HIV/AIDS.
  7. DESVELANDO ABORDAGEM RACISTA E SEXISTA EM COLEÇÕES DIDÁTICAS DE CIÊNCIAS.
  8. PRODUÇÃO DE SENTIDOS E DE DISCURSOS SOBRE HIV/AIDS À POPULAÇÃO NEGRA E LGBT
  9. SER O QUE SE É AINDA É UMA DOENÇA: EXPRESSÕES DE LGBTFOBIA NA SAÚDE.
  10. DO CONTROLE DE NATALIDADE AO DIREITO REPRODUTIVO? ASPECTOS HISTÓRICOS DA LAQUEADURA NO BRASIL.
  11. POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE PARA A POPULAÇÃO LGBT: RECONHECIMENTO DOS DIRETOS DA IDENTIDADE DE GÊNERO E DA ORIENTAÇÃO SEXUAL NO ÂMBITO DA SAÚDE BRASILEIRA
  12. A PRÁTICA DO “GASLIGHTING” COMO GRAVE VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA CONTRA A MULHER.
  13. PERFORMANCES DE GÊNERO DE MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS E O CUIDADO À SAÚDE.
  14. IMAGENS DO ENVELHECIMENTO
  15. UMA ETNOGRAFIA DAS DINÂMICAS REPRODUTIVAS, ACESSO A SERVIÇOS DE SAÚDE E PROGRAMAS SOCIAIS EM RIO TINTO, PB.
  16. A ATENÇÃO À SAÚDE DE TRAVESTIS E TRANSEXUAIS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA: UM OLHAR SOBRE OS SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO.
  17. A CONSTRUÇÃO DA “PESSOA FETAL”: UM ESTUDO SOBRE IMAGEAMENTO ULTRASSÔNICO.
  18. ANÁLISE DA DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL NO SUICÍDIO.
  19. NARRATIVAS E REPRESENTAÇÕES, DA AIDS E DA HOMOSSEXUALIDADE NA IMPRENSA PARAIBANA (1985).
  20. POLÍTICA DE SAÚDE E MOVIMENTO DE MULHERES: AVANÇOS E DESAFIOS.
  21. CLASSIFICAÇÕES, TENSÕES E AMEAÇAS NO MONITORAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA.
  22. A EXTENUANTE JORNADA DE TRABALHO DA MULHER: IMPACTOS NA SAÚDE.
  23. VIOLÊNCIA DE GÊNERO E SAÚDE: O ATENDIMENTO A MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM UM HOSPITAL DE URGÊNCIA EM TERESINA.
  24. MULHERES QUE SE MATAM – O SOFRIMENTO PSÍQUICO COMO MARCA DO MACHISMO.
  25. CONDIÇÕES DE VIDA E DE SAÚDE DA COMUNIDADE QUILOMBOLA GROSSOS-RN.
  26. AS TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO DO TRABALHO E A SAÚDE DA TRABALHADORA.
  27. FEMINISMO E AS POLÍTICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER.
  28. DIREITO TRANSGÊNERO: UMA ANÁLISE DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAMENTAM A CIDADANIA TRANS.
  29. ENTENDIMENTOS E RISCOS: CASAIS HOMOAFETIVOS E CUIDADOS COM A SAÚDE.
  30. A CENTRALIDADE DO PLANEJAMENTO FAMILIAR NA FIGURA FEMININA.
  31. POLÍTICA DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA: UM CAMINHO PARA A EFETIVAÇÃO DE DIREITOS
  32. AS TRANSFORMAÇÕES NO MUNDO DO TRABALHO E A SAÚDE DA TRABALHADORA
  33. POSSÍVEIS ARTICULAÇÕES – REDES DE ATENDIMENTO PÚBLICO/PRIVADAS
  34. NARRATIVAS E REPRESENTAÇÕES, DA AIDS E DA HOMOSSEXUALIDADE NA IMPRESSA PARAIBANA (1985)

 

GT8 – GÊNERO, FEMINISMOS E PARTICIPAÇÃO POLÍTICA

  1. FEMINISMO E A LUTA CONTRA O SISTEMA PATRIARCAL-CAPITALISTA
  2. GÊNERO E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO NA ÁREA DE SERVIÇO SOCIAL
  3. NARRATIVAS FEMININAS E INSTITUIÇÕES: COMO AS MULHERES SE VEEM NO PODER?
  4. O ATIVISMO DIGITAL FEMINISTA: UM LUGAR DE RESISTÊNCIA
  5. PROTAGONISMO E LIDERANÇA DAS MULHERES INDÍGENAS: POR UMA OUTRA HISTÓRIA DAS RELAÇÕES DE GÊNERO
  6. FEMINISMOS E CAPITALISMO: REFLEXÕES SOBRE FEMINISMO MAINSTREAM E SUAS CONSEQUÊNCIAS
  7. PRODUÇÃO DE SENTIDOS E CAPA DE REVISTA: A CONSTRUÇÃO DO GOVERNO E DA IMAGEM PÚBLICA DE DILMA ROUSSEFF NAS REVISTAS SEMANAIS
  8. A CONSTRUÇÃO DA IMAGEM PÚBLICA DE DILMA ROUSSEFF NAS REVISTAS VEJA E CARTA CAPITAL: INTERSEÇÃO ENTRE GÊNERO, POLÍTICA E MÍDIA
  9. A SECRETARIA DA MULHER DO PERNAMBUCO: UMA ANÁLISE HISTÓRICA DO PRESENTE.
  10. WOOLF E ADICHIE: UMA LEITURA DE UM SÉCULO DE FEMINISMOS
  11. MOTIVAÇÃO E INTERESSE FEMININO PELA POLÍTICA – O QUE NOS CONTAM AS PREFEITAS PARAIBANAS
  12. MULHERES NA TECNOLOGIA
  13. HISTÓRIA DO MOVIMENTO FEMINISTA E OS AVANÇOS NOS DIREITOS CONQUISTADOS.
  14. MULHERES NA LUTA POR POLÍTICAS PÚBLICAS: UMA EXPERIÊNCIA RECENTE EM NOSSA SENHORA DA GLÓRIA (SE)
  15. A HISTÓRIA E AS MULHERES –  UM ESTUDO INTRODUTÓRIO
  16. “PRESTAS CRISTÃS”: ORGANIZAÇÃO POLÍTICA DE MULHERES NEGRAS EVANGÉLICAS
  17. USOS E ABUSOS DO TERMO “PRIMEIRA-DAMA”: UMA DISCUSSÃO DE GÊNERO
  18. O SILENCIAR HISTÓRICO DAS MULHERES E SUAS CONSEQUÊNCIAS ENRAIZADAS NA SOCIEDADE
  19. ELEITORAS DEVOTAS: VOTO FEMININO NO JORNAL O NORDESTE (1922-
    1933)

 

GT9 – GÊNERO, RAÇA, ETNIAS E GERAÇÕES

  1. A QUESTÃO DE GÊNERO ENTRE CRIANÇAS CALON: REFLETINDO SOBRE EDUCAÇÃO E SOCIALIDADE.
  2. MANTENDO A ORDEM SOCIAL (BRANCA) VIGENTE: UM ESTUDO SOBRE A MULHER NEGRA, SEU LUGAR NA SOCIEDADE E O MERCADO DE TRABALHO.
  3. ETNOGRAFIA, RAÇA E JUVENTUDES: REFLEXIVIDADE NO PROCESSO DE PESQUISA ENTRE JOVENS EM ESPAÇO ESCOLAR.
  4. PENSAMENTO DECOLONIAL E A MULHER NEGRA: UMA NOVA PERSPECTIVA AO FEMINISMO NA AMÉRICA LATINA.
  5. MULHER NEGRA E A DOR DO RACISMO SOB SEUS CABELOS: A FALSA ABOLIÇÃO DOS PADRÕES SOCIAIS E MIDIÁTICOS.
  6. EMANCIPAÇÃO, REPRESENTAÇÃO E A POLÍTICA NA VIDA DAS MULHERES NEGRAS DO SERTÃO.
  7. VIOLÊNCIAS INTERSECCIONAIS E JUVENTUDES: APONTAMENTOS SOBRE A GARANTIA DE DIREITOS HUMANOS.
  8. “ERA SÓ MAIS UM SILVA QUE A ESTRELA NÃO BRILHA”: O JORNALISMO ONLINE COMO ESPAÇO DE NEGAÇÃO DO RACISMO INSTITUCIONAL NO CASO CLÁUDIA.
  9. JOVENS NEGRAS E A EDUCAÇÃO PARA O PERTENCIMENTO ÉTNICO-RACIAL.
  10. CONTRIBUIÇÕES DO FEMINISMO INTERSECCIONAL NA REFLEXÃO SOBRE O CURRÍCULO DO CURSO DE SECRETARIADO EXECUTIVO.
  11. CONTRASTANDO RAÇAS: EMPODERAMENTO DE LGBTS EM ENTIDADES ESTUDANTIS DA UFERSA.
  12. REFLEXÕES EM TORNO DA IGUALDADE DE GÊNERO, SOCIEDADE CAPITALISTA E O SERVIÇO SOCIAL.
  13. RAÇA, GÊNERO E SEXUALIDADES: AS INTERCONEXÕES ENTRE OS MARCADORES SOCIAIS DA DIFERENÇA EM “O CORTIÇO”.
  14. ARTICULANDO GÊNERO E RAÇA NA EDUCAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO: O CASO DAS ESTUDANTES EGRESSAS DO IFPE-CAMPUS IPOJUCA.
  15. NARRATIVAS FEMININAS NEGRAS NO YOUTUBE.
  16. RACISMO INSTITUCIONAL: A EXPERIÊNCIA DE UM GRUPO DE PESQUISA NO INTERIOR DA BAHIA.
  17. PRÁTICAS DISCURSIVAS NA EDUCAÇÃO BÁSICA DE MACAÉ. EQUIDADE ENTRE ETNIAS, RAÇA E GÊNERO: UMA ANÁLISE DIALÓGICA.
  18. CABELO E IDENTIDADE: REFLEXÕES NO CONTEXTO ESCOLAR.
  19. MULHERES NO MOVIMENTO INDÍGENA CEARENSE: EMPODERAMENTO E ATUAÇÃO POLÍTICA.
  20. COTIDIANO DO TERREIRO DO PAI TOTA.
  21. INTERSECCIONALIDADE GÊNERO, RAÇA E VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL.
  22. INTERFACES DE OPRESSÕES E VIOLÊNCIAS: CRIANÇAS, ADOLESCENTES E GÊNERO
  23. REPERTÓRIOS CIENTÍFICOS SOBRE MULHERES NEGRAS PERIFÉRICAS QUE FAZEM USO DE DROGAS ILÍCITAS

 

GT10 – GÊNERO, VIOLÊNCIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

  1. GÊNERO E VIOLÊNCIA: LÁGRIMAS E SOLIDÃO DE MULHERES ENCARCERADAS.
  2. MARIAS PRIVADAS DE LIBERDADE: ANÁLISE DA SITUAÇÃO CARCERÁRIA FEMININA NA PARAÍBA.
  3. GRUPOS DE REFLEXÃO PARA AGRESSORES DE MULHERES VÍTIMA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
  4. PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA: IMPLICAÇÕES DE GÊNERO E CONDICIONALIDADES.
  5. A VIOLÊNCIA DE GÊNERO EM FOCO NA UNIVERSIDADE.
  6. A ASSISTÊNCIA SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.
  7. ROTA CRÍTICA: O CAMINHO FRAGMENTADO EM BUSCA DE SOLUÇÃO DA VIOLÊNCIA.
  8. LINCHAMENTOS PÚBLICOS E RACISMO: OS SUJEITOS CONFUNDIDOS COM “BANDIDOS”.
  9. A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, UMA INVESTIGAÇÃO AMPLIADA E TRISTE, NA HISTÓRIA DA CIDADE DE CAMPINA GRANDE PARAÍBA, UMA RELAÇÃO DE GÊNERO…
  10. O DÉFICIT DAS POLÍTICAS DE PROTEÇÃO AOS REFUGIADOS QUEER NO BRASIL.
  11. O PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA: FRENTE AO EMPODERAMENTO FEMININO.
  12. O DIREITO À CIDADE DAS MULHERES TRANS DISCUTIDO NO CINEMA.
  13. O FEMINICÍDIO: A VIOLÊNCIA FATAL CONTRA AS MULHERES.
  14. VIOLÊNCIA DE GÊNERO NO SISTEMA PENITENCIÁRIO: ANÁLISE DA REALIDADE BRASILEIRA.
  15. PRÁTICAS EDUCATIVAS FEMINISTAS COMO SUBSÍDIO AO ENFRENTAMENTO À CULTURA DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER.
  16. RELACIONAMENTO ABUSIVO: A NATURALIZAÇÃO DE PRÁTICAS VIOLENTAS EM RELACIONAMENTOS AMOROSOS.
  17. GÊNERO E VIOLÊNCIA DOMESTICA NO SERTÃO DO BABAÇU – MAPEANDO, PUBLICIZANDO E DISCUTINDO A VIOLÊNCIA DE GÊNERO NA DEAM DE TOCANTINOPOLIS: 2006-2016.
  18. TRANSGENERIDADE EM PAUTA: POLÍTICA DE COMBATE AOS CRIMES DE ÓDIO CONTRA TRANSGÊNERAS NO BRASIL.
  19. ANÁLISE DA ATUAÇÃO DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA MULHER – MOSSORÓ/RN.
  20. MUDANÇA DO REGISTRO CIVIL PARA PESSOAS TRANS: MARCOS TEÓRICOS E ENCAMINHAMENTOS JURÍDICOS.
  21. SERVIÇOS DE ATENÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SEXUAL.
  22. (RE)AÇÕES DAS TRAVESTIS AS VIOLÊNCIAS SOFRIDAS NOS ESPAÇOS DE PROSTITUIÇÃO EM CAMPINA GRANDE.
  23. INFORMAÇÃO NO ENFRENTAMENTO À LGBTFOBIA.
  24. FRONTEIRAS ENTRE O CORPO ENCARCERADO E O “PENSAMENTO EM VOO” – CONJUNTO PENAL FEMININO (CPF) DE SALVADOR –BA.
  25. VIOLÊNCIA DOMÉSTICA CONTRA A MULHER: POLÍTICAS PÚBLICAS EM JOÃO PESSOA.
  26. POLÍTICA CRIMINAL DE DROGAS E SELETIVIDADE PUNITIVA FEMININA NO BRASIL.
  27. GÊNERO E DIREITOS HUMANOS: CONQUISTAS E DESAFIOS A PARTIR DO PLANO NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES
  28. REVISÃO CRÍTICA DA LITERATURA SOBRE O ATENDIMENTO A HOMENS AUTORES DE VIOLÊNCIA
  29. PEDRA, PAPEL E TESOURA: CHAGAS SOCIAIS IMPOSTAS ÀS MULHERES TRANS E TRAVESTIS
  30. LEI 11.340/06 E POLÍTICAS PÚBLICAS NA ATUAÇÃO DO NUMAPE-UEM
  31. OS DESAFIOS DA INTERSECCIONALIDADE DE GÊNERO E RAÇA NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES
  32. DESAFIOS NO ENSINO DE GÊNERO E DIVERSIDADE SEXUAL EM PARANAGUÁ
  33. GÊNERO E DIREITOS HUMANOS: VIOLÊNCIA E ENCARCERAMENTO FEMININO
  34. O PROTAGONISMO DO ASSÉDIO NO CENÁRIO SOCIAL
  35. VIOLÊNCIA NAS RELAÇÕES AFETIVO-SEXUAIS ENTRE ADOLESCENTES: O QUE A ESCOLA TEM HAVER COM ISSO
  36. A MULHER NO ÂMBITO FAMILIAR: A VIOLÊNCIA DOMESTICA E  LEI MARIA DA PENHA
  37. VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: UM ESTUDO NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA-PB
  38. ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA DOMESTICA E POLÍTICAS PUBLICAS: BREVE PERFIL DAS MULHERES ATENDIDAS NO CENTRO DE REFERENCIA DA MULHER FÁTIMA LOPES